A saudade se instalou em meu peito!
Meu peito canta melodias de saudades, meus amores se foram e me pergunto o que a vida irá fazer de mim, então meus pensamentos sobrevoam o pretérito.
Ouvir Vento no litoral me traz o sentimento que nunca lhe fiz feliz como realmente merecia minha Ester, meus pensamentos me condenam a existência sem você e isso me mata todos os dias.
Dizem que a morte mata o amor lentamente e sua partida matou quase todo meu ser minha Maria.
Minhas lembranças dizem que eu seria feliz com você ao meu lado e tudo me faz sentir mais tristeza minha Fátima.
As ruas asfaltadas molhadas da chuva me remete a época que entrava pelo portão com balas de iogurte e minhas noites ficavam mais doces meu Raimundo.
As gritarias na noite de sábado dizendo que deveríamos curtir pois a morte pode esta próxima afronta meus sentidos meu Paulinho.
O cigarro mau cheiroso na janela e suas divagações aleatórias me trazem lágrimas meu Luiz.
Os xingos perto da soleira se mistura com cheiro de mingau de amido de milho e minha infância parecia mais alegre com você minha Aurora.
Minha ideia de felicidade parece não ter sentido quando olho o horizonte e vejo que se foram e tudo que me restou foi saudades de um tempo que não era tudo flores mas vocês existiam...
O devaneio se tornou tão pequeno porque quando se mexe nesta ferida tão antiga e recente ao mesmo tempo nada parece ser longo.
Enfim devaneios de uma saudades...

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