Carta para uma pessoa que destruiu meu coração
Te escrevo apenas para derramar este sentimento em excesso, complexo e intrigante.
Sabe o quão grande e enlouquecedora uma paixão pode ser?
Também não estou enxergando um fim nesta!
Quando nos convencemos de uma realidade acabamos nos conformando com dores superficiais e nos alimentamos de sentimentos mornos, o narcisismo cotidiano menos tediosos.
Minhas fantasias que um dia imaginara corroídas, renasceram e criam cores uma cama de uma pousada qualquer.
Juntos abrimos uma outra realidade numa dimensão distante e completamente fora do comum porque somente nossa existência que sobrou naquelas poucas horas a sós.
Adoraria entregar meu mundo a você, mas sofro de poliamor pela vida e extrema melancolia adoçada de pessimismo dosados, e mesmo assim me pego te vendo dormir ou sorrindo aleatoriamente em meus pensamentos, minha concentração me trai ao ver belos horizontes com a sua presença.
Isso não muda ou diminui meu sentimento, ao contrário ele altera frequências e a paixão ganha intensidade, mas meu medo de não ser o suficiente ou você não ser suficiente detona qualquer expectativas para com você.
O carrossel não para de girar e as luzes apenas alternam o ritmo confundindo sentidos e o meu grande questionamento é se você é a minha pessoa.
A pessoa que vou pedir colo, que vou me sentir segura, que vou olhar todos os dias e me apaixonar perdidamente.
Meu coração se alimenta diariamente da mega metrópole poluída, anseio lhe encontrar em todas as esquinas sujas e mal cheirosas, porém desejo que vá embora do meu coração imediatamente para destruir todo este delírio que foi criado. Isso mostra que você acaba de entrar em águas misteriosas e me despiu sentimentalmente a este ponto.
Neste sentimento imperfeito e neurótico eu me descubro indefesa e despida para alguém que ainda não conheço e isso acaba quebrando meu mundo e me fazendo querer mais.
De todo este sentimento eu imaginei que sentisse o mesmo e me alegrei a tal ponto de me sentir a mulher mais feliz do mundo, pois alguém gostar de vocé é bom, mas ser a recíproca de sua paixão é a explosão e colisão de afetos e desejos.
Neste momento eu decidi abrir meu peito e te mostrar meu pequeno jardim ainda em reforma que tanto escondi pelo fato de ser tão minúsculo em vista de outras eras que além de grande era formoso com bancos e flores ungidos.
Mas algo aconteceu, um dia você se levantou e se foi... sem aviso ou despedidas. Me deparei novamente com a solidão, a mágoa e o sentimento que em algum momento da sua vida eu não fui suficiente e por este motivo abandonaste meu jardim pelado. Buscando com a maior angustia em minha memória fotográfica, onde eu poderia ter errado ou ter magoado e descobri que na realidade não era minha culpa e sim foi a vida.
Olha que mundo injusto!!! De tantos jardins para serem destruidores logo o meu que estava renascendo.
Mas a crueldade maior é da era é a promessa de nunca ferir um coração e mesmo assim ferir por covardia ou desatenção, viu a gravidade de tal ação? Imaginou olhar palavras belíssimas e falsas sendo ditas? Imaginou quão grande o sofrimento de outra pessoa?
Questiono meu pensamento e corpo todos os dias, porque cheguei a este ponto?
Que fim foi este?
Mas me olho no espelho e reflito novamente:
Se eu fui tão ingênua a este ponto, se abaixei defesas e decidi lhe dar meu coração a culpa não foi minha e sim da sua imaturidade de não saber lidar com um coração tão lindo e rico pois se acostumou a corações mofados e putrefatos ou simplesmente aos corações minúsculos. Me olhei novamente no espelho e vi minha alma ainda rica de esperanças e alegrias, me perdoa te dar algo tão precioso, no momento que estava cego de ilusões e displicências e hoje sou um jardim devastado em renascimento e quero lhe agradecer por ter ido embora a tempo de me deixar ver que eu posso renascer mesmo não sendo com você.
Enfim devaneios de um coração apaixonado...
Sabe o quão grande e enlouquecedora uma paixão pode ser?
Também não estou enxergando um fim nesta!
Quando nos convencemos de uma realidade acabamos nos conformando com dores superficiais e nos alimentamos de sentimentos mornos, o narcisismo cotidiano menos tediosos.
Minhas fantasias que um dia imaginara corroídas, renasceram e criam cores uma cama de uma pousada qualquer.
Juntos abrimos uma outra realidade numa dimensão distante e completamente fora do comum porque somente nossa existência que sobrou naquelas poucas horas a sós.
Adoraria entregar meu mundo a você, mas sofro de poliamor pela vida e extrema melancolia adoçada de pessimismo dosados, e mesmo assim me pego te vendo dormir ou sorrindo aleatoriamente em meus pensamentos, minha concentração me trai ao ver belos horizontes com a sua presença.
Isso não muda ou diminui meu sentimento, ao contrário ele altera frequências e a paixão ganha intensidade, mas meu medo de não ser o suficiente ou você não ser suficiente detona qualquer expectativas para com você.
O carrossel não para de girar e as luzes apenas alternam o ritmo confundindo sentidos e o meu grande questionamento é se você é a minha pessoa.
A pessoa que vou pedir colo, que vou me sentir segura, que vou olhar todos os dias e me apaixonar perdidamente.
Meu coração se alimenta diariamente da mega metrópole poluída, anseio lhe encontrar em todas as esquinas sujas e mal cheirosas, porém desejo que vá embora do meu coração imediatamente para destruir todo este delírio que foi criado. Isso mostra que você acaba de entrar em águas misteriosas e me despiu sentimentalmente a este ponto.
Neste sentimento imperfeito e neurótico eu me descubro indefesa e despida para alguém que ainda não conheço e isso acaba quebrando meu mundo e me fazendo querer mais.
De todo este sentimento eu imaginei que sentisse o mesmo e me alegrei a tal ponto de me sentir a mulher mais feliz do mundo, pois alguém gostar de vocé é bom, mas ser a recíproca de sua paixão é a explosão e colisão de afetos e desejos.
Neste momento eu decidi abrir meu peito e te mostrar meu pequeno jardim ainda em reforma que tanto escondi pelo fato de ser tão minúsculo em vista de outras eras que além de grande era formoso com bancos e flores ungidos.
Mas algo aconteceu, um dia você se levantou e se foi... sem aviso ou despedidas. Me deparei novamente com a solidão, a mágoa e o sentimento que em algum momento da sua vida eu não fui suficiente e por este motivo abandonaste meu jardim pelado. Buscando com a maior angustia em minha memória fotográfica, onde eu poderia ter errado ou ter magoado e descobri que na realidade não era minha culpa e sim foi a vida.
Olha que mundo injusto!!! De tantos jardins para serem destruidores logo o meu que estava renascendo.
Mas a crueldade maior é da era é a promessa de nunca ferir um coração e mesmo assim ferir por covardia ou desatenção, viu a gravidade de tal ação? Imaginou olhar palavras belíssimas e falsas sendo ditas? Imaginou quão grande o sofrimento de outra pessoa?
Questiono meu pensamento e corpo todos os dias, porque cheguei a este ponto?
Que fim foi este?
Mas me olho no espelho e reflito novamente:
Se eu fui tão ingênua a este ponto, se abaixei defesas e decidi lhe dar meu coração a culpa não foi minha e sim da sua imaturidade de não saber lidar com um coração tão lindo e rico pois se acostumou a corações mofados e putrefatos ou simplesmente aos corações minúsculos. Me olhei novamente no espelho e vi minha alma ainda rica de esperanças e alegrias, me perdoa te dar algo tão precioso, no momento que estava cego de ilusões e displicências e hoje sou um jardim devastado em renascimento e quero lhe agradecer por ter ido embora a tempo de me deixar ver que eu posso renascer mesmo não sendo com você.
Enfim devaneios de um coração apaixonado...

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