Displicências Amorosas
E aquele sentimento tão conhecido, tão avassalador e tão intenso te faz ir a lona, sem permissão alguma bagunça toda a sua vida e parece impossível não se render aquela sensação deliciosa e nociva e de repente você montou sua lista mental de desejos, planos, momentos para aquela pessoa e cada detalhe e manias daquele total e completo estranho parece uma nova inspiração para o seu dia e tudo fica coberto de flores, poemas e o céu azul... Ah que céu azul cerúleo á tinta acrílica a óleo! E todos os seus sentimentos ganham espaço no seu painel de controle de alegrias a acesso de raiva.
Mas nosso modelo de paixão/amor sempre nos mata senão pela mente é pelo corpo, nosso maior exemplo disso é a história que se tornou o marco de amor no ocidente, Romeu e Julieta: "até então não sabia o que era o amor" foi a frase de Romeu quando avistou Julieta e o Príncipe conclui depois de toda história: - "Amor impulsivo leva a tragédia" e resumidamente nosso modelo de paixão acontece da seguinte forma: Domingo à noite se conheceram, segunda de madrugada Romeu se declarou para Julieta, terça se casaram e tiveram sua primeira e unica relação sexual, quarta fogem e quinta eles morrem.
Começamos a entender que Shakespeare não tinha intenção de escrever um grande e épico romance, e mesmo assim em pleno Séc. XXI suspiramos com as declarações de um homem que seu amor durou menos de 5 dias, tentando enquadrá-lo nos princípios e ritos da sociedade e nos encaixando em padrões de beleza que nem é do nosso país.
Moça ai eu te pergunto, como?!
Social, faculdade, trabalho, família, estudo, hobby, namorado, declarações, compras, casa... Ops deu pau no Excel!
E sabe qual é a melhor ou pior parte? É um círculo vicioso!
Você sai de relacionamento, sofre independente da posição, se reconquista (Muito Importante está fase para se amar) e quando pensa que tudo está em seu lugar, o sentimento vem a todo vapor e aqui estamos de novo apaixonada e com sérios problemas para interpretar e apresentar isso sem parecer uma maluca.
Será que toda está ideia e emoções vem do nosso modelo de amor ou estamos procurando príncipes onde existem orcs?
Pois é Divagações de displicências amorosas!
Boa Semana Moças...
Mas nosso modelo de paixão/amor sempre nos mata senão pela mente é pelo corpo, nosso maior exemplo disso é a história que se tornou o marco de amor no ocidente, Romeu e Julieta: "até então não sabia o que era o amor" foi a frase de Romeu quando avistou Julieta e o Príncipe conclui depois de toda história: - "Amor impulsivo leva a tragédia" e resumidamente nosso modelo de paixão acontece da seguinte forma: Domingo à noite se conheceram, segunda de madrugada Romeu se declarou para Julieta, terça se casaram e tiveram sua primeira e unica relação sexual, quarta fogem e quinta eles morrem.
Começamos a entender que Shakespeare não tinha intenção de escrever um grande e épico romance, e mesmo assim em pleno Séc. XXI suspiramos com as declarações de um homem que seu amor durou menos de 5 dias, tentando enquadrá-lo nos princípios e ritos da sociedade e nos encaixando em padrões de beleza que nem é do nosso país.
Moça ai eu te pergunto, como?!
Social, faculdade, trabalho, família, estudo, hobby, namorado, declarações, compras, casa... Ops deu pau no Excel!
E sabe qual é a melhor ou pior parte? É um círculo vicioso!
Você sai de relacionamento, sofre independente da posição, se reconquista (Muito Importante está fase para se amar) e quando pensa que tudo está em seu lugar, o sentimento vem a todo vapor e aqui estamos de novo apaixonada e com sérios problemas para interpretar e apresentar isso sem parecer uma maluca.
Será que toda está ideia e emoções vem do nosso modelo de amor ou estamos procurando príncipes onde existem orcs?
Pois é Divagações de displicências amorosas!
Boa Semana Moças...

Comentários
Postar um comentário